sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pró-Semiárido

Nesta terça-feira (26), representantes de associações locais e entidades parceiras, a exemplo da ‪#‎COFASPI‬, se reúnem em Jacobina/BA para apresentar o Projeto Pró-Semiárido. A cerimônia também terá a participação do diretor executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

P1+2: Tecnologias sociais no Semiárido fortalecem produção de alimentos saudáveis

Implementação de cisterna de enxurrada em Capim Grosso/BA
No início deste mês de julho, a Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (COFASPI) iniciou em Capim Grosso/BA a implementação de tecnologias sociais para captação e armazenamento de água da chuva, por meio do Programa Uma Terra e Duas Águas, conhecido como P1+2. No município, representantes das 40 famílias agricultoras, selecionadas para fazer parte do programa, são incentivadas a desenvolver o manejo agroecológico, que promove a convivência harmônica do homem com a natureza, dialogando ainda sobre temas relacionados à gestão da água e cuidados com os solos em ações de capacitação.
Serão implementadas 29 cisternas de enxurrada, quatro cisternas calçadão e sete barreiros trincheira familiar que são importantes tecnologias para o uso da água na agricultura, a fim de fomentar a soberania e segurança alimentar de famílias do Semiárido. “Foi uma coisa muito boa que aconteceu na minha vida. Eu ‘tô’ muito feliz”, afirmou o agricultor Pedro Calado, que mora na comunidade Mata do Estado e desenvolve, com a família, plantio de flores, produções agroecológicas de hortaliças e plantas medicinais.

Curso de GAPA e SISMA em Capim Grosso/BA


Ações em Capim Grosso - O uso indiscriminado de venenos ou agrotóxicos em lavouras prejudica o ecossistema. Além de afetar o ciclo do meio ambiente, provocam danos à saúde de quem aplica o produto e também aos consumidores/as dos alimentos contaminados. Fugindo dessa lógica, famílias que têm acesso a políticas públicas e projetos sociais, são incentivadas a desenvolver a agroecologia. Uma das principais pesquisadoras dessa área de estudo, a agrônoma Ana Maria Primavesi descreve em uma das suas reflexões, que “agroecologia não é uma alternativa excêntrica de cultivar o solo, mas a única possibilidade se pretendemos sobreviver em nosso Planeta” (2012 - O solo: A base da vida em nosso globo).
Para compreender ainda mais sobre a agricultura, com técnicas que preservam os recursos naturais do Semiárido, agricultoras e agricultores experimentadores participaram em junho dos cursos de Gerenciamento de Água para Produção de Alimentos (GAPA) e Sistema Simplificado de Manejo de Água para Produção (SISMA) do P1+2, socializando saberes a respeito da produção de alimentos saudáveis e o uso da água, evitando desperdícios. Segundo a técnica em agropecuária, Átila Sant’ana, que colaborou na mediação desta atividade, foram abordados temas como organização comunitária, alternativas de convivência com o Semiárido, soberania e segurança alimentar, economia solidária, preservação ambiental, além de distinções entre o modelo de agricultura convencional e as práticas agroecológicas.
Durante os cursos também foram realizadas práticas com orientações sobre técnicas que contribuem para a nutrição dos solos e o aproveitamento da água das chuvas. Foi na Casa do Menor, em Capim Grosso/BA, que agricultoras e agricultores acompanharam o processo de construção dos canteiros econômicos, essencial para diminuir o uso da água na irrigação das hortaliças produzidas pelas famílias agricultoras. Os participantes também esclareceram dúvidas sobre o controle de insetos prejudiciais às plantas, ouvindo as sugestões de uso dos biofertilizantes feitos com produtos naturais, como a mistura de água e pimenta, que ajuda a fazer o controle, por exemplo, do inseto popularmente conhecido como lagarta. Sobre esta questão, um dos mediadores da atividade prática, o técnico agropecuário Marcones Rios que trabalha na Casa do Menor, alertou ainda: “Se utilizarmos sempre o mesmo defensivo, o inseto se torna resistente, por isso é bom ter uma diversidade de defensivos naturais”.
Outra atividade sugerida às agricultoras e agricultores foi o processo de produção de um composto que contribui para nutrir os solos e é feito com a reutilização de folhagens, cinza, esterco, casca de ovo, restos de alimentos e sobras de frutas, entre outros produtos. O agricultor Altino Ribeiro da comunidade Tigre, que tem áreas de produção de verduras, destacou que o curso foi uma oportunidade de mais aprendizados. Os saberes ele pretende compartilhar com outras pessoas que ainda não conhecem essas técnicas essenciais para a proteção do meio ambiente e da saúde das famílias brasileiras.

Programa - Por meio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a COFASPI executa o P1+2 não só em Capim Grosso/BA, como também em Jacobina/BA, onde estão sendo implementadas outras 29 tecnologias para captação e armazenamento de água (cisternas calçadão) nas comunidades Estrada Nova e Pau Ferro, localidades em que também foram realizados cursos sobre gestão de água e fundamentos da agroecologia.

Na COFASPI, a equipe do programa, coordenado pelo agrônomo João Nunes, tem uma auxiliar administrativa, Deise Oliveira, e dois técnicos agrícolas, Rone Lima e Valdinei Ferreira, que atuam respectivamente em Jacobina/BA e Capim Grosso/BA. Também colaboram para a realização dos projetos, pedreiros e as famílias selecionadas para fazer parte do programa. “A princípio a tecnologia é voltada para a produção e consumo familiar de alimentos sadios, agroecológicos. (...) E depois, se a família começar a produzir em excesso, os produtos que eles não consumirem a gente pode tentar levar para as cadeias de comercialização”, afirmou o coordenador do P1+2 na COFASPI, João Nunes.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Ato em Juazeiro/BA e Petrolina/PE defendeu direitos de famílias do Semiárido

Ato reivindicou continuidade e avanço de políticas no Semiárido 
Integrantes da COFASPI participaram na segunda (11) do ato “Semiárido Contra o Golpe - Nenhum Direito a Menos” com presença do ex-presidente Lula, organizado pela Articulação Semiárido Brasileiro e pela Frente Brasil Popular, que reuniu famílias agricultoras, movimentos sociais, representantes políticos e da sociedade civil em protesto contra retrocessos em políticas públicas e ações de convivência com o Semiárido. A concentração ocorreu às 16h e os participantes fizeram travessia da ponte Presidente Dutra, que liga os municípios de Juazeiro/BA e Petrolina/PE.
Naidison Baptista (ASA) com o ex-presidente Lula 
Durante o ato, foram realizadas apresentações culturais e discursos de protesto em oposição a medidas do governo interino de Michel Temer que interferem em projetos e programas sociais fundamentais para populações do Semiárido. Também houve reivindicações em prol da continuidade e avanço na garantia de direitos que contribuem para a soberania alimentar de milhares de famílias. “Nós precisamos lutar contra o golpe e entender um conjunto de coisas que estão acontecendo (...). A vida no Semiárido mudou porque nós construímos um conjunto de políticas que foram aplicadas e mudaram o Semiárido. Deram oportunidade para que os homens e mulheres mostrassem o que eles são”, afirmou um dos coordenadores da Articulação do Semiárido (ASA), Naidison Baptista.
Nos últimos 12 anos, a implementação de políticas voltadas, por exemplo, para a assistência técnica e acesso à água favorecem a autonomia de famílias agricultoras. No entanto, ameaças como a extinção dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) colocam em risco direitos já conquistados. Durante discurso, o ex-presidente Lula destacou a importância da agricultura familiar para a produção de alimentos que chegam à mesa dos/as brasileiros. “Ninguém mais vai dizer que o povo do Semiárido não é capaz. Que o Semiárido não pode produzir e que as pessoas que moram aqui têm de ir para São Paulo ou Rio de Janeiro (...)", afirmou.


* O discurso do ex-presidente Lula está disponível na íntegra em: https://soundcloud.com/institutolula/ato-semiarido-contra-o-golpe

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Semiárido Contra o Golpe

SEMIÁRIDO CONTRA O GOLPE | Famílias agricultoras e movimentos sociais se reúnem, nesta segunda (11), em protesto contra retrocessos que ameaçam os direitos sociais de povos do Semiárido. A equipe‪#‎COFASPI‬ também estará presente no ato político “Semiárido contra o Golpe - Nenhum direito a menos” com concentração na orla de Juazeiro/BA, às 16h.

Foto e montagem: Articulação no Semiárido

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Agricultoras e agricultores de Miguel Calmon/BA participaram de “Dia de Campo”

A atividade ocorreu na comunidade Cabral, em Miguel Calmon/BA
Na manhã da última quarta (6), reunidos na associação da comunidade Cabral, em Miguel Calmon/BA, agricultoras e agricultores familiares com integrantes do projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), executado pela COFASPI, conversaram sobre temas relacionados a agroecologia e cuidados para garantir o crescimento saudável das plantas. Como os diversos seres vivos, os vegetais precisam de alimento. E são os solos que fornecem os nutrientes necessários para o metabolismo das plantas.
            Entre diálogos e troca de saberes, os/as participantes “Dia de Campo” socializaram aprendizados sobre o uso de biofertilizantes para afastar insetos das hortas e a produção de compostos feitos com o aproveitamento de produtos naturais, como restos de alimentos; cinza e esterco, por exemplo, para nutrir o solo. Ao ouvir as orientações, o agricultor Carmerindo Gomes se surpreendeu e explicou que, aos 77 anos, pela primeira vez conheceu a técnica da cobertura de solo, com o manejo de plantas para proteger a terra. “Se essa explicação eu soubesse antes (...) ia viver mais”, completou ao enfatizar os benefícios da agricultura sustentável para o meio ambiente e a saúde humana.
            Outro agricultor, Usan Santos, 54 anos, fez questão de levar um grupo de pessoas até o quintal da sua casa, próximo à associação, para ver de perto a horta onde produz alimentos, de forma agroecológica, que garantem o consumo familiar. Em seguida, a continuidade do “Dia de Campo” foi com atividades práticas na propriedade da agricultora Rosicleide Brito, que mostrou o modo como ela faz um composto, resultante da decomposição de restos vegetais e outros produtos, para utilizar na horta onde produz alimentos saudáveis com o auxílio da família, que também colabora na comercialização do excedente de frutas e verduras na feira. “A gente tem que (...) aprender a respeitar o solo para produzir alimentos de qualidade”, afirmou durante a atividade. Ao final, todos acompanharam ainda orientações práticas do técnico Marcos Sampaio sobre biofertilizantes.

Texto e fotos: Luna Layse Almeida - Ascom/COFASPI

Cobertura fotográfica:

O agricultor Carmerindo Gomes (à direita) ficou surpreso com a técnica da cobertura de solo
O agricultor Usan Santos tem horta para o consumo familiar
Tomate produzido no quintal do agricultor Usan Santos
Rosicleide Brito (à esquerda) comercializa alimentos agroecológicos
Horta da família da agricultora Rosicleide Brito

domingo, 26 de junho de 2016

Agricultoras e Agricultores de Capim Grosso/BA participam de intercâmbio em Saúde/BA

Famílias de Capim Grosso conheceram a comunidade Genipapo, em Saúde/BA
Em uma manhã de céu nublado, no final de junho, agricultoras e agricultores familiares de Capim Grosso/BA que fazem parte do projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), executado pela COFASPI, percorreram cerca de 70 km para ir ao município de Saúde/BA conhecer experiências de produções agroecológicas desenvolvidas por moradores/as da comunidade Genipapo. Logo ao chegar, os/as visitantes começaram a identificar que, no local, há mais disponibilidade de água em relação às localidades do município onde moram. Observaram também a variedade de plantas frondosas nas margens da estrada de chão ao longo do caminho.
Hélio Albino e Maria Benedita Santos moram em Saúde/BA
Acompanhados de integrantes da COFASPI e também pela agricultora Zenaide Santos que mora na comunidade Genipapo, foram até à propriedade do casal Maria Benedita Santos e Hélio Albino, onde se surpreenderam com a organização do plantio em níveis no terreno declinado, com leiras de variedades diversificadas de alface, quiabo, coentro, pimentão, rúcula, pimenta e outros alimentos. Atentos/as, também se fixavam nas palavras de dona Maria. Ela fala com orgulho do modo como trabalha, fazendo rotação de culturas, e gosta de mostrar o espaço onde costuma passar horas cuidando da horta e das flores sem ser distraída por familiares ou vizinhos/as. Também compartilha com todos a técnica que utilizada para manter as plantas protegidas. É com a aplicação de pouca quantidade de urina de gado misturada à água que tenta afastar os insetos das folhas e frutos.
Já o esposo Hélio, faz questão de explicar sobre outra questão importante: “o agricultor tem que ter a semente dele”. Em seguida, completou esclarecendo que sempre tem uma leira reservada apenas para multiplicar as sementes que vão ser guardadas para os próximos plantios. Em meio às prosas, muitos se interessam em levar sementes e mudas que desejam plantar nas comunidades onde moram em Capim Grosso/BA. Carregam também as sabedorias, apreendidas durante a troca de experiências, que podem contribuir para melhorar o modo de produção que já desenvolvem, com base nos fundamentos da agroecologia. Sobre o intercâmbio, a agricultora Soneide Silva da comunidade Mata do Estado, em Capim Grosso/BA, ressaltou os aprendizados sobre o plantio de flores de variados tipos, como a margarida e a rosa.
            Em seguida, o grupo caminhou até chegar à casa da agricultora Celina Silva. Observaram, na propriedade, o modo como desenvolve a criação de peixes, a exemplo das espécies conhecidas popularmente como pirarucu, carpa e pintado. Também acompanharam parte da produção do óleo do licuri, que estava sendo feito pela agricultura. Foi ela quem levou os/as visitantes para conhecer a horta, onde há o cultivo de frutas, verduras, arroz e outros produtos que contribuem para o consumo familiar, garantindo soberania e segurança alimentar, além do aumento da renda com a comercialização do excedente. “Foi muito proveitoso. Eu tô ensinando, eu tô aprendendo. Achei ótima essa visita”, contou a agricultora Celina.
 Agricultores/as comercializam flores em Saúde/BA e região
            Ao final, as agricultoras e agricultores de Capim Grosso/BA estiveram na Associação de Produtores de Genipapo para visitar a área comunitária de produção de flores, com variedades conhecidas como rosa, angélia, sorriso de maria, dentre outras. Aprenderam ainda sobre o processo de enxertia, com o auxílio das agricultoras Jocélia Jesus, Maria Benedita e Zenaide Santos. Elas também contaram sobre a história da associação, criada por volta do ano 2008, que já teve produções de uva e abacaxi, mas obteve melhores resultados com as flores, comercializadas para a ornamentação de festas e eventos em Saúde/BA ou cidades vizinhas.

Texto e fotos: Luna Layse Almeida – Ascom/COFASPI

Confira a cobertura fotográfica:









quarta-feira, 15 de junho de 2016

Oficina de planejamento reuniu agricultoras e agricultores experimentadores

Texto e fotos: Luna Layse Almeida – Ascom/COFASPI

A atividade foi realizada em Jacobina/BA
Água, que alimenta a esperança. Terra, que é mãe e precisa de cuidados. Semente crioula, essencial para a agroecologia. Enxada, companhia na lida diária do campo (...). Estes são alguns dos significados, atribuídos por agricultoras e agricultores familiares, a diversos elementos reunidos para fazer ver a interdependência entre elementos fundamentais na produção de alimentos saudáveis, trabalho que desenvolvem em comunidades rurais de Capim Grosso, Caém, Jacobina, Mirangaba e Várzea Nova, na Bahia.
Na última terça (14), foi durante abertura da oficina de planejamento do projeto Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), executado pela Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (COFASPI) em municípios da Bahia, que expressaram os vínculos com a natureza e materiais que fazem parte da vida rural. A agricultora Maria Costa, 61 anos, que mora na comunidade Mata do Mel, em Várzea Nova/BA, relatou: “nasci e me criei no campo. Minha vida, toda a vida é trabalhando na roça. Plantando milho, mandioca, aipim, feijão. E criei nove filhos tudo na roça (...) e não me arrependo de trabalhar na agricultura”.
A oficina de planejamento reuniu cerca de 50 pessoas
Do trabalho no campo, os participantes da oficina também identificaram características da assistência técnica às famílias agricultoras. Destacaram, por exemplo, os cuidados com a preservação do meio ambiente; incentivo à produção de alimentos saudáveis, com base na agroecologia e orientações para fazer aproveitamento ou reuso da água. “O técnico me pergunta como eu cuido das lavouras. Eu explico e eles me dão mais experiências (...). Então, vou cultivando as lavouras com os ensinamentos que eu já sabia e os ensinamentos dos técnicos também”, explicou o agricultor Antônio Amorim, que vive em Caém/BA.

A troca de saberes contribui para a construção coletiva de agricultores/as, técnicos/as, equipe administrativa, colaboradores/as, além de outros/as atores e atrizes que fazem a ATER, desenvolvendo ações que contribuem para a qualidade de vida rural. Ao todo, são oito municípios onde a COFASPI atua por meio do projeto. Sendo que, em cinco deles (Capim Grosso, Caém, Jacobina, Mirangaba e Várzea Nova), são 480 famílias beneficiárias. “A COFASPI surge do princípio de que unidos (...) e organizados somos mais forte em busca dos nossos objetivos”, afirmou um dos coordenadores do projeto na cooperativa, Farnésio Bráz.
Estelina Gomes é agricultora 
A oficina de planejamento foi finalizada nesta quarta (15), após a apresentação dos desafios e soluções apontados por três grupos de discussão, formados com cerca de 50 pessoas que estiveram no encontro, realizado no auditório do Centro de Educação Integrada, em Jacobina/BA. Uma das participantes foi a agricultora Estelina Gomes, 72 anos, que mora na Comunidade Estrada Nova. Ela conta que já esteve em diversas atividades como essa e acredita que a participação nos diálogos contribui para as famílias alcançarem conquistas, como exemplo, citou a busca pela garantia do acesso à água, por meio de políticas sociais.

ATER – O projeto executado pela COFASPI, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Estado da Bahia, visa fomentar e fortalecer estratégias de organização da comercialização solidária, além de articulação das famílias para o acesso a políticas públicas. A finalização das ações será no mês de julho de 2016. Nas oito cidades de atuação da cooperativa com a ATER, são 960 famílias beneficiárias que têm visitas técnicas e participam de atividades como reuniões de sensibilização, dia de campo, seminário temático, reuniões de políticas públicas e diagnósticos.