quarta-feira, 3 de agosto de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Representantes da COFASPI participaram de apresentação do Projeto Pró-Semiárido, em Jacobina/BA
A
apresentação do projeto foi realizada em Jacobina/BA
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Na última terça-feira (26), foi
realizada em Jacobina/BA a apresentação do Pró-Semiárido, projeto da Secretaria
de Desenvolvimento Rural do Governo da Bahia, executado pela Companhia de
Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). A cerimônia contou com a presença de
agricultores/as familiares, além de representantes de poderes públicos, associações
comunitárias e entidades parceiras, a exemplo da Cooperativa de Trabalho e
Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (COFASPI).
Durante o evento, realizado no
auditório da Universidade do Estado da Bahia, em Jacobina/BA, o diretor executivo
da CAR, Wilson Dias, destacou que o Pró-Semiárido irá abranger 32 municípios,
valorizando experiências já desenvolvidas pelas famílias rurais com a assistência
técnica e apoio no acesso a políticas públicas que possam fortalecer o trabalho
das comunidades. “O projeto pretende gerar condições de renda e melhorar a
qualidade de vida no Semiárido”, completou.
Agricultores familiares e parceiros do Pró-Semiárido estiveram na cerimônia
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Nas ações de assistência técnica
rural, a COFASPI será uma das colaboradoras do Pró-Semiárido em comunidades do
Território Piemonte da Diamantina. “O nosso papel é assessorar, elaborar um
diagnóstico com levantamento de dados nos primeiros meses para identificação
dos agricultores/as e fazer um trabalho com as comunidades rurais para conhecer
suas potencialidades e fragilidades”, explicou o diretor-presidente da COFASPI,
Leonardo Lino.
A cooperativa firmou convênio com a Secretaria
de Desenvolvimento Rural do Governo da Bahia, por meio da CAR, no final do mês
de maio de 2016, e fará o acompanhamento de aproximadamente mil famílias no
Piemonte da Diamantina. Para isso, irá contar com uma equipe formada por oito
técnicos/as agrícolas e um/a profissional das ciências agrárias na coordenação
do projeto, além de ter o auxílio técnico/operacional da CAR.
Projeto - O Pró-Semiárido é resultado de um
acordo entre o Governo da Bahia e o Fundo Internacional de Desenvolvimento
Agrícola (FIDA) voltado ao fomento da segurança hídrica, produção agroecológica,
comercialização de produtos da agricultura familiar e a agroindustrialização,
além do fortalecimento de grupos produtivos no Semiárido.
Texto e fotos: Luna Layse Almeida – Ascom/COFASPI
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Pró-Semiárido
Nesta terça-feira (26), representantes de associações locais e entidades parceiras, a exemplo da #COFASPI, se reúnem em Jacobina/BA para apresentar o Projeto Pró-Semiárido. A cerimônia também terá a participação do diretor executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
P1+2: Tecnologias sociais no Semiárido fortalecem produção de alimentos saudáveis
Implementação
de cisterna de enxurrada em Capim Grosso/BA
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No início deste mês de julho, a Cooperativa
de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte
(COFASPI) iniciou em Capim Grosso/BA a implementação de tecnologias sociais
para captação e armazenamento de água da chuva, por meio do Programa Uma Terra
e Duas Águas, conhecido como P1+2. No município, representantes das 40 famílias
agricultoras, selecionadas para fazer parte do programa, são incentivadas a
desenvolver o manejo agroecológico, que promove a convivência harmônica do
homem com a natureza, dialogando ainda sobre temas relacionados à gestão da
água e cuidados com os solos em ações de capacitação.
Serão implementadas 29 cisternas de
enxurrada, quatro
cisternas calçadão e sete barreiros trincheira familiar que são importantes
tecnologias para o uso da água na agricultura, a fim de fomentar a soberania e
segurança alimentar de famílias do Semiárido. “Foi uma coisa muito boa que
aconteceu na minha vida. Eu ‘tô’ muito feliz”, afirmou o agricultor Pedro
Calado, que mora na comunidade Mata do Estado e desenvolve, com a família, plantio
de flores, produções agroecológicas de hortaliças e plantas medicinais.
| Curso de GAPA e SISMA em Capim Grosso/BA |
Ações em Capim Grosso
- O uso
indiscriminado de venenos ou agrotóxicos em lavouras prejudica o ecossistema.
Além de afetar o ciclo do meio ambiente, provocam danos à saúde de quem aplica
o produto e também aos consumidores/as dos alimentos contaminados. Fugindo
dessa lógica, famílias que têm acesso a políticas públicas e projetos sociais,
são incentivadas a desenvolver a agroecologia. Uma das principais pesquisadoras
dessa área de estudo, a agrônoma Ana Maria Primavesi descreve em uma das suas
reflexões, que “agroecologia não é uma alternativa excêntrica de cultivar o
solo, mas a única possibilidade se pretendemos sobreviver em nosso Planeta”
(2012 - O solo: A base da vida em nosso globo).
Para compreender ainda mais sobre a
agricultura, com técnicas que preservam os recursos naturais do Semiárido,
agricultoras e agricultores experimentadores participaram em junho dos cursos de
Gerenciamento de Água para Produção de Alimentos (GAPA) e Sistema Simplificado
de Manejo de Água para Produção (SISMA) do P1+2, socializando saberes a
respeito da produção de alimentos saudáveis e o uso da água, evitando
desperdícios. Segundo a técnica em agropecuária, Átila Sant’ana, que colaborou
na mediação desta atividade, foram abordados temas como organização
comunitária, alternativas de convivência com o Semiárido, soberania e segurança
alimentar, economia solidária, preservação ambiental, além de distinções entre
o modelo de agricultura convencional e as práticas agroecológicas.
Durante os cursos também foram
realizadas práticas com orientações sobre técnicas que contribuem para a
nutrição dos solos e o aproveitamento da água das chuvas. Foi na Casa do Menor,
em Capim Grosso/BA, que agricultoras e agricultores acompanharam o processo de
construção dos canteiros econômicos, essencial para diminuir o uso da água na
irrigação das hortaliças produzidas pelas famílias agricultoras. Os
participantes também esclareceram dúvidas sobre o controle de insetos
prejudiciais às plantas, ouvindo as sugestões de uso dos biofertilizantes
feitos com produtos naturais, como a mistura de água e pimenta, que ajuda a
fazer o controle, por exemplo, do inseto popularmente conhecido como lagarta.
Sobre esta questão, um dos mediadores da atividade prática, o técnico agropecuário
Marcones Rios que trabalha na Casa do Menor, alertou ainda: “Se utilizarmos
sempre o mesmo defensivo, o inseto se torna resistente, por isso é bom ter uma
diversidade de defensivos naturais”.
Outra atividade sugerida às agricultoras
e agricultores foi o processo de produção de um composto que contribui para
nutrir os solos e é feito com a reutilização de folhagens, cinza, esterco,
casca de ovo, restos de alimentos e sobras de frutas, entre outros produtos. O
agricultor Altino Ribeiro da comunidade Tigre, que tem áreas de produção de
verduras, destacou que o curso foi uma oportunidade de mais aprendizados. Os
saberes ele pretende compartilhar com outras pessoas que ainda não conhecem
essas técnicas essenciais para a proteção do meio ambiente e da saúde das
famílias brasileiras.
Programa - Por meio do Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a COFASPI executa o P1+2 não só em
Capim Grosso/BA, como também em Jacobina/BA, onde estão sendo implementadas
outras 29 tecnologias para
captação e armazenamento de água (cisternas calçadão) nas comunidades Estrada
Nova e Pau Ferro, localidades em que também foram realizados cursos sobre
gestão de água e fundamentos da agroecologia.
Na COFASPI, a equipe do programa,
coordenado pelo agrônomo João Nunes, tem uma auxiliar administrativa, Deise
Oliveira, e dois técnicos agrícolas, Rone Lima e Valdinei Ferreira, que atuam
respectivamente em Jacobina/BA e Capim Grosso/BA. Também colaboram para a
realização dos projetos, pedreiros e as famílias selecionadas para fazer parte
do programa. “A princípio a tecnologia é voltada para a produção e consumo
familiar de alimentos sadios, agroecológicos. (...) E depois, se a família
começar a produzir em excesso, os produtos que eles não consumirem a gente pode
tentar levar para as cadeias de comercialização”, afirmou o coordenador do P1+2
na COFASPI, João Nunes.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Ato em Juazeiro/BA e Petrolina/PE defendeu direitos de famílias do Semiárido
| Ato reivindicou continuidade e avanço de políticas no Semiárido |
Integrantes da COFASPI participaram na segunda (11) do ato “Semiárido Contra o Golpe - Nenhum Direito a Menos” com
presença do ex-presidente Lula, organizado pela Articulação Semiárido
Brasileiro e pela Frente Brasil Popular, que reuniu famílias agricultoras,
movimentos sociais, representantes políticos e da sociedade civil em protesto
contra retrocessos em políticas públicas e ações de convivência com o
Semiárido. A concentração ocorreu às 16h e os participantes
fizeram travessia da ponte Presidente Dutra, que liga os municípios de
Juazeiro/BA e Petrolina/PE.
| Naidison Baptista (ASA) com o ex-presidente Lula |
Durante o ato, foram realizadas
apresentações culturais e discursos de protesto em oposição a medidas do
governo interino de Michel Temer que interferem em projetos e programas sociais
fundamentais para populações do Semiárido. Também houve reivindicações
em prol da continuidade e avanço na garantia de direitos que contribuem para a
soberania alimentar de milhares de famílias. “Nós precisamos lutar contra o
golpe e entender um conjunto de coisas que estão acontecendo (...). A vida no
Semiárido mudou porque nós construímos um conjunto de políticas que foram
aplicadas e mudaram o Semiárido. Deram oportunidade para que os homens e mulheres
mostrassem o que eles são”, afirmou um dos coordenadores da Articulação do
Semiárido (ASA), Naidison Baptista.
Nos últimos 12 anos, a implementação
de políticas voltadas, por exemplo, para a assistência técnica e acesso à água favorecem
a autonomia de famílias agricultoras. No entanto, ameaças como a extinção dos
Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome (MDS) colocam em risco direitos já conquistados. Durante
discurso, o ex-presidente Lula destacou a importância da agricultura familiar
para a produção de alimentos que chegam à mesa dos/as brasileiros. “Ninguém
mais vai dizer que o povo do Semiárido não é capaz. Que o Semiárido não pode
produzir e que as pessoas que moram aqui têm de ir para São Paulo ou Rio de
Janeiro (...)", afirmou.
* O discurso do ex-presidente Lula está
disponível na íntegra em: https://soundcloud.com/institutolula/ato-semiarido-contra-o-golpe
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Semiárido Contra o Golpe
SEMIÁRIDO CONTRA O GOLPE | Famílias agricultoras e movimentos sociais se reúnem, nesta segunda (11), em protesto contra retrocessos que ameaçam os direitos sociais de povos do Semiárido. A equipe#COFASPI também estará presente no ato político “Semiárido contra o Golpe - Nenhum direito a menos” com concentração na orla de Juazeiro/BA, às 16h.
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| Foto e montagem: Articulação no Semiárido |
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Agricultoras e agricultores de Miguel Calmon/BA participaram de “Dia de Campo”
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| A atividade ocorreu na comunidade Cabral, em Miguel Calmon/BA |
Na manhã da última quarta (6),
reunidos na associação da comunidade Cabral, em Miguel Calmon/BA, agricultoras
e agricultores familiares com integrantes do projeto de Assistência Técnica e
Extensão Rural (ATER), executado pela COFASPI, conversaram sobre temas
relacionados a agroecologia e cuidados para garantir o crescimento saudável das
plantas. Como os diversos seres vivos, os vegetais precisam de alimento. E são
os solos que fornecem os nutrientes necessários para o metabolismo das plantas.
Entre
diálogos e troca de saberes, os/as participantes “Dia de Campo” socializaram
aprendizados sobre o uso de biofertilizantes para afastar insetos das hortas e
a produção de compostos feitos com o aproveitamento de produtos naturais, como
restos de alimentos; cinza e esterco, por exemplo, para nutrir o solo. Ao ouvir as orientações, o
agricultor Carmerindo Gomes se surpreendeu e explicou que, aos 77 anos, pela
primeira vez conheceu a técnica da cobertura de solo, com o manejo de plantas
para proteger a terra. “Se essa explicação eu soubesse antes (...) ia viver
mais”, completou ao enfatizar os benefícios da agricultura sustentável para o
meio ambiente e a saúde humana.
Outro agricultor, Usan Santos, 54
anos, fez questão de levar um grupo de pessoas até o quintal da sua casa, próximo
à associação, para ver de perto a horta onde produz alimentos, de forma
agroecológica, que garantem o consumo familiar. Em seguida, a continuidade do
“Dia de Campo” foi com atividades práticas na propriedade da agricultora Rosicleide
Brito, que mostrou o modo como ela faz um composto, resultante da decomposição
de restos vegetais e outros produtos, para utilizar na horta onde produz
alimentos saudáveis com o auxílio da família, que também colabora na
comercialização do excedente de frutas e verduras na feira. “A gente tem que
(...) aprender a respeitar o solo para produzir alimentos de qualidade”,
afirmou durante a atividade. Ao final, todos acompanharam ainda orientações práticas
do técnico Marcos Sampaio sobre biofertilizantes.
Texto e fotos: Luna Layse Almeida - Ascom/COFASPI
Cobertura fotográfica:
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| O agricultor Carmerindo Gomes (à direita) ficou surpreso com a técnica da cobertura de solo |
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| O agricultor Usan Santos tem horta para o consumo familiar |
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| Tomate produzido no quintal do agricultor Usan Santos |
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| Rosicleide Brito (à esquerda) comercializa alimentos agroecológicos |
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| Horta da família da agricultora Rosicleide Brito |
terça-feira, 5 de julho de 2016
domingo, 26 de junho de 2016
Agricultoras e Agricultores de Capim Grosso/BA participam de intercâmbio em Saúde/BA
| Famílias de Capim Grosso conheceram a comunidade Genipapo, em Saúde/BA |
Em uma manhã de céu nublado, no
final de junho, agricultoras e agricultores familiares de Capim Grosso/BA que
fazem parte do projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), executado
pela COFASPI, percorreram cerca de 70 km para ir ao município de Saúde/BA conhecer
experiências de produções agroecológicas desenvolvidas por moradores/as da
comunidade Genipapo. Logo ao chegar, os/as visitantes começaram a identificar
que, no local, há mais disponibilidade de água em relação às localidades do
município onde moram. Observaram também a variedade de plantas frondosas nas
margens da estrada de chão ao longo do caminho.
| Hélio Albino e Maria Benedita Santos moram em Saúde/BA |
Acompanhados de integrantes da COFASPI
e também pela agricultora Zenaide Santos que mora na comunidade Genipapo, foram
até à propriedade do casal Maria Benedita Santos e Hélio Albino, onde se
surpreenderam com a organização do plantio em níveis no terreno declinado, com leiras
de variedades diversificadas de alface, quiabo, coentro, pimentão, rúcula,
pimenta e outros alimentos. Atentos/as, também se fixavam nas palavras de dona
Maria. Ela fala com orgulho do modo como trabalha, fazendo rotação de culturas,
e gosta de mostrar o espaço onde costuma passar horas cuidando da horta e das
flores sem ser distraída por familiares ou vizinhos/as. Também compartilha com
todos a técnica que utilizada para manter as plantas protegidas. É com a
aplicação de pouca quantidade de urina de gado misturada à água que tenta
afastar os insetos das folhas e frutos.
Já o esposo Hélio, faz questão de
explicar sobre outra questão importante: “o agricultor tem que ter a semente
dele”. Em seguida, completou esclarecendo que sempre tem uma leira reservada
apenas para multiplicar as sementes que vão ser guardadas para os próximos
plantios. Em meio às prosas, muitos se interessam em levar sementes e mudas que
desejam plantar nas comunidades onde moram em Capim Grosso/BA. Carregam também as
sabedorias, apreendidas durante a troca de experiências, que podem contribuir para
melhorar o modo de produção que já desenvolvem, com base nos fundamentos da
agroecologia. Sobre o intercâmbio, a agricultora Soneide Silva da comunidade
Mata do Estado, em Capim Grosso/BA, ressaltou os aprendizados sobre o plantio
de flores de variados tipos, como a margarida e a rosa.
Em seguida, o grupo caminhou até
chegar à casa da agricultora Celina Silva. Observaram, na propriedade, o modo
como desenvolve a criação de peixes, a exemplo das espécies conhecidas popularmente
como pirarucu, carpa e pintado. Também acompanharam parte da produção do óleo
do licuri, que estava sendo feito pela agricultura. Foi ela quem levou os/as
visitantes para conhecer a horta, onde há o cultivo de frutas, verduras, arroz
e outros produtos que contribuem para o consumo familiar, garantindo soberania
e segurança alimentar, além do aumento da renda com a comercialização do
excedente. “Foi muito proveitoso. Eu tô ensinando, eu tô aprendendo. Achei ótima
essa visita”, contou a agricultora Celina.
| Agricultores/as comercializam flores em Saúde/BA e região |
Ao final, as agricultoras e
agricultores de Capim Grosso/BA estiveram na Associação de Produtores de Genipapo
para visitar a área comunitária de produção de flores, com variedades conhecidas
como rosa, angélia, sorriso de maria, dentre outras. Aprenderam ainda sobre o
processo de enxertia, com o auxílio das agricultoras Jocélia Jesus, Maria
Benedita e Zenaide Santos. Elas também contaram sobre a história da associação,
criada por volta do ano 2008, que já teve produções de uva e abacaxi, mas
obteve melhores resultados com as flores, comercializadas para a ornamentação
de festas e eventos em Saúde/BA ou cidades vizinhas.
Texto e fotos: Luna Layse Almeida – Ascom/COFASPI
Texto e fotos: Luna Layse Almeida – Ascom/COFASPI
Confira a cobertura fotográfica:
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