segunda-feira, 3 de março de 2014

PROJETO MAIS ÁGUA REALIZA DIA DE CAMPO NA COMUNIDADE DE INÁCIO JOÃO, MUNICÍPIO DE CAÉM–BAHIA



A Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte - COFASPI, por meio do Projeto Mais Água: Captação de Água de Chuva para Produção no Semiárido Baiano, realizou na Comunidade de Inácio João, município de Caém, dia de campo com as famílias atendidas pelo projeto, para troca de experiências em relação ao canteiro econômico construído com a cisterna/enxurrada.
A atividade contou com a participação de todas as famílias envolvidas e, de toda equipe do projeto e, teve como objetivo central a montagem dos canteiros econômicos como elemento foco da discussão e prática sobre convivência com o semiárido, produção, adubação e caldas orgânicas, alimentação de qualidade e, principalmente, autonomia das mulheres e dos homens do campo.
No final da atividade foi possível entender a importância do canteiro que possibilita, por meio de sua estrutura, a utilização de menos água e, uma produção contínua, de boa qualidade.
Conforme avaliação do animador de campo responsável pelo município, Marcelo Mercês, são momentos como esse que possibilitam a interação entre a comunidade e a entidade. Além de retomar hábitos da agricultura familiar utilizados há anos, mas esquecidos por alguns. Hábitos esses que davam sustentação à agricultura familiar.
O Projeto Mais Água, executado pela COFASPI, conta com a parceria da Articulação no Semiárido Brasileiro e, o financiamento dos governos Estadual e Federal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza – SEDES e, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS. 




Nara Lígia, Coordenadora do Projeto Mais Água da COFASPI

FAMÍLIAS COMEMORAM CHEGADA DO PROJETO MAIS ÁGUA



Dia 25 de janeiro de 2014 (sábado), a comunidade de Índios, no Município de Caldeirão Grande, comemorou a chegada das tecnologias de produção para as famílias agricultoras.
A comunidade recebeu onze (11) cisternas de produção/enxurrada que foram implementadas na primeira etapa do Projeto Mais Água, executado pela Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável no Piemonte (COFASPI), com a parceria da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) e, financiado pelos governos Estadual e Federal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (SEDES) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
Estiveram presentes nesse momento de comemoração harmoniosa as famílias atendidas pelo projeto, membros da comissão municipal da água e técnicos da COFASPI.

As famílias fizeram questão de comemorar a chegada das cisternas para celebrar um momento de conquistas e vitórias, de direitos garantidos, de sucesso dos movimentos sociais que lutaram para garantir o acesso à água, também, para a produção de alimentos e para dessedentação animal.






   A COFASPI continua seu processo de construção da cidadania no semiárido!

   


 

Nara Lígia, Coordenadora do Projeto Mais Água da COFASPI

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PESSOAL – 01/2014 COFASPI – COOPERATIVA DE ASSISTÊNCIA À AGRICULTURA FAMILIAR SUSTENTÁVEL DO PIEMONTE



A Presidenta da Comissão de Seleção de Pessoal da COFASPI – Cooperativa de Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte, instituída pela Resolução 01/2014 de 19/02/2014 da presidência da Instituição, torna público que estará recebendo inscrições com o objetivo de selecionar profissional para trabalhar no PROJETO MAIS ÁGUA: Captação de Água de Chuva para Produção no Semiárido Baiano, CONVÊNIO Nº 256/2012 ESTADO/SEDES/COFASPI.

1. VAGA:
Comunicador/a Popular: 01;

2. LOCAIS DE TRABALHO:
Os locais de trabalho terão como referência os municípios de Jacobina, Ponto Novo, Caldeirão Grande, Filadélfia, Pindobaçu, Caém e Saúde.

3. FASES DO PROCESSO SELETIVO:

1ª Fase - Análise de currículo;
2ª Fase - Entrevista, em sequência eliminatória.

4. ATRIBUIÇÕES E REQUISITOS:

4.1. Comunicador (a) Popular

a. Atribuições:
Elaborar e contribuir para a produção de materiais de divulgação do programa e seus desdobramentos (artigos, papéis, vídeos, livros, cartilhas, programas de rádio, spots, etc.);
Promover e organizar eventos (reuniões, oficinas, cursos, seminários, workshops e debates);
Representar politicamente a organização em seu campo de atuação junto a outras organizações, movimentos sociais, redes, fóruns, articulações, etc., quando designado pela coordenação ou em atividades específicas deste projeto;
Participar na formulação, sistematização e difusão de experiências e processos de assessoria técnica pedagógica na captação de água, na perspectiva de convivência com o semiárido.
Acompanhar visitas e intercâmbios técnicos;
Ter disponibilidade para trabalhar em tempo integral (40 horas).

b. Requisitos:
Experiência comprovada, mínima de um ano e meio, em processos de comunicação e domínio dos meios de comunicação – falada e escrita;
Disponibilidade para residir em Jacobina;
Ter disponibilidade para contratação imediata;
Ter disponibilidade para trabalhar em tempo integral (40 horas) e para viagens eventuais, principalmente para as comunidades beneficiadas;
Familiaridade com equipamentos de comunicação (máquina fotográfica, filmadora, gravador de voz, fax, secretária eletrônica, etc.);
Criatividade;
Domínio de leitura e escrita;
Redação própria e capacidade de sistematização de ideias e propostas;
Conhecimento sobre o semiárido;
Domínio de microinformática (Word, Excel, PowerPoint, ferramentas de Internet, etc.);
Criatividade e capacidade de se relacionar em equipe, liderança e iniciativa;
Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

5. PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO:
a. Entrega de Currículo Vitae pelo endereço eletrônico da COFASPI, (cofaspi@yahoo.com.br), constando a vaga pretendida e o termo: CONVÊNIO Nº256/2012, ESTADO/SEDES/COFASPI.  Ou,
b. Pode ser entregue também na Sede da COFASPI no endereço Rua da Aurora, 90, Leader, CEP 44.700-000, prédio da Cúria Diocesana, 1º andar, Jacobina-BA, em envelope fechado, com a descrição da vaga pretendida, acrescida da expressão CONVÊNIO Nº 256/2012, ESTADO/SEDES/COFASPI. Ou,
c. Os currículos também poderão ser enviados pelos Correios com AR (Aviso de Recebimento) constando os dados citados anteriormente.

6. PRAZOS (ANEXO I):
Serão aceitos e analisados os currículos recebidos até as 18h00 do dia 28 de fevereiro de 2014.
O resultado da aprovação da primeira etapa (análise de currículos) será publicado no dia 07 de março de 2014 (www.cofaspi.blogspot.com e www.cofaspi.org.br).

7. OCORRÊNCIA DAS DEMAIS FASES:
As entrevistas, apenas para os aprovados na seleção de currículos, serão realizadas no dia 12 de março de 2014 das 09 às 12h00, tempo integral para todos selecionados para a 2ª fase (entrevista), na sede da COFASPI.

8. DURAÇÃO DA CONTRATAÇÃO:
A contratação será em regime CLT por tempo determinado e terá duração de 03 meses.

9. RESULTADO FINAL:
Será divulgado nos endereços www.cofaspi.blogspot.com e www.cofaspi.org.br até o dia 12 de março de 2014.

10. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS:
a. A COFASPI se reserva ao direito de não contratar ninguém para essa função, caso os currículos e/ou entrevistas não preencham os requisitos exigidos neste edital.

b. A COFASPI não custeará as despesas de alimentação, hospedagem e deslocamento (terrestre ou aéreo) dos/as candidatos/as selecionados/as para a entrevista.

Outras informações: Telefone (74) 3622 0017 / 8108 7399.



Jacobina - BA, 22 de fevereiro de 2014.
Nara Lígia Almeida Silva.
Presidenta da Comissão de Seleção

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Novas possibilidades de Convivência no Semiárido

Dona Luzia e Seu Joselito são casados a 18 anos e sempre moraram na comunidade de Saracura no Município de Jacobina, um dos municípios atendidos pelo Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Eles relataram as dificuldade em relação a água tanto para os afazeres doméstico como também para beber e para produzir.




“Antes a gente tinha que andar 6 km para pegar água para o consumo do dia a dia” diz Seu Joselito, “Tinha vez de eu ir buscar água no tanque com um carrinho de mão e com um menino dentro, e subia essa ladeira, que hoje é baixa, mas antes era uma ladeira que os carros paravam no meio dela” completa dona Luzia. Hoje o casal vivencia outras experiências, atendidos pelo Projeto Cisternas I, com uma cisterna de placa com capacidade para armazenar 16 mil litros, e de um barreiro trincheira familiar com capacidade de armazenar no mínimo 500 mil litros de água, pelo P1+2 (Programa Uma Terra e Duas Águas) executados pela COFASPI (Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte). Tecnologias que proporciona água de qualidade para o consumo humano, animal e para a produção de hortaliças e plantas frutíferas, tecnologias que, anuncia a chegada de políticas publicas de acesso a água que ao longo do tempo vem transformando a realidade do nosso Semiárido, mudando histórias de agricultores e agricultoras que antes eram marcadas pela vontade de produzir, mas devido aos longos períodos de estiagens acabavam perdendo tudo o que plantavam e se desfaziam dos seus animais, atualmente contam com tecnologias sócias que propicia a continuidade das atividades agrícolas em tempos de poucas chuvas,  a cada direito alcançado.


Lucivânia Rios, colaboradora da Comunicação da COFASPI.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

COFASPI realizou Encontro Comunitário/ Municipal de Avaliação do P1+2


A Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte - COFASPI, realizou na quarta-feira (11) de dezembro em Jacobina-Bahia na sede da Cooperativa, o Encontro Comunitário Municipal de Avaliação do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) e financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS. O encontro reuniu agricultores e agricultoras familiares atendidas pelo P1+2, comissões municipais da água e a equipe do P1+2, com o objetivo de refletir e discutir sobre as ações desenvolvidas pelo programa.

O encontro caminhou em torno da temática: Educação Contextualizada acerca da Convivência com o Semiárido, fazendo um resgate do que foi visto, debatido e vivenciado durante o processo de execução do programa, que envolve muito mais que implementação de tecnologias, mas sim a construção de processos participativos, promovendo a segurança alimentar e nutricional e a geração de renda para as famílias agricultoras, por meio do acesso e manejo da terra e da água. Assim, proporcionando “Um Novo Olhar sobre o Semiárido”, instigando como principio a metodologia participativa é possível ver nas experiências dos agricultores e agricultoras estratégias e alternativas para convivência, sendo compartilhadas e multiplicadas em todo Semiárido.

O encontro foi marcado por mística, oração e apresentação na sua abertura, buscando a participação e integração uns com os outros. João Oliveira, da comunidade Saracura /Jacobina, se apresentou e abordou a importância desse momento, assim como os demais ocorridos ao longo do P1+2. “Estamos aqui hoje para que juntos possamos aprender mais e crescer no campo, sem o uso de produtos químicos. (...) Acredito que vamos sair daqui um pouco mais enriquecidos com a troca de ideia e experiência de cada um”, expressa João. Seguindo assim, o dia de maneira atenciosa e interativa por todos os participantes.

Na parte da tarde além das discussões sobre o vídeo “Um Outro Olhar”, elevando as temáticas abordadas nas capacitações e intercâmbios, os participantes se reunirão para avaliar os pontos positivos e os negativos, além de indicar sugestões de melhorias para os próximos termos, partindo dos espaços participativos de formação até as construções das tecnologias. Em seguida, apresentaram os resultados das discussões em grupo, ressaltando com maior êxito as coisas boas e as mudas que estão sendo proporcionadas através das ações do P1+2. Semeando assim, um Semiárido mais rico em vida e possibilidades.











Robervânia Cunha, Comunicadora Popular da COFASPI/P1+2

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Troca de saberes em Intercâmbio do P1+2 incentiva e fortalece a produção agroecológica

    
Compartilhar experiências e ações realizadas cotidianamente em suas terras e propriedades resulta em momentos ricos e alegres para agricultores e agricultoras em todo Semiárido. Esses espaços se intensificam nos intercâmbios realizados pelo Programa uma Terra e Duas Águas – P1+2, da Articulação Semiárido Brasileiro – ASA, que está sendo executado no Território Piemonte da Diamantina pela Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte – COFASPI e financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS.

Dessa forma, aconteceu no município de Capim Grosso, (Bahia) o Intercâmbio Intermunicipal do P1+2, tendo como objetivo fortalecer a agricultura familiar, a partir da troca de saberes entre os agricultores e as agricultoras em torno das práticas agroecológicas. As visitas foram acompanhadas pelo Coordenador do P1+2, Gilvando Souza. “Ficamos felizes em proporcionar esses momentos de interação de agricultores e agricultoras, mais ainda de ver as tecnologias contribuindo para melhoria de vida do povo do campo. E que em um futuro próximo as pessoas que estão visitando hoje sejam também visitadas por outras que serão atendidas pelo projeto P1+2”, enfatiza Gilvando.
O intercâmbio contou assim, com a participação de pessoas atendidas com as tecnologias sociais voltadas para produção de alimentos e a criação de pequenos animais. A ideia foi visitar famílias atendidas no termo passado, que vem conseguindo aumentar a produção e comercializar, gerando uma renda familiar.
O primeiro dia pela manhã, realizou-se duas visitas para conhecer a tecnologia social Cisterna-Calçadão dando bons frutos para a agricultura familiar na comunidade Mata do Estado. As visitas foi nas casas das irmãs Jucineide de Jesus Silva e Soneta de Jesus Silva (Baíta). Ambas com boa produção de hortaliças, que garante a segurança alimentar e nutricional de suas famílias e comercializam o excedente na Feira Agroecológica de Capim Grosso.
Segundo as irmãs a tecnologia trouxe um grande diferencial em suas vidas, pois antes produziam bem menos, precisavam comprar muito do que hoje já adquirem em suas propriedades. “Melhorou e muito, antes nem onde armazenar água a gente tinha, nem da chuva e nem mesmo de carro pipa. (...) Depois da cisterna estamos plantando mais coisas, que dar para tirar o de casa e levar um pouco para a feirinha”, diz Baíta.

Outro lugar de aprendizagem, durante a parte da tarde, se deu na Horta Casa do Menor, local esse que contempla algumas diversidades de hortaliças. Assim, foi possível conhecer a partir da interação com um dos responsáveis da Horta Judson, a forma de plantio do espaço, como também tempo de plantar e colher, para não perder a produção, adubação, compostagem orgânica e o cuidado diário com a irrigação da horta.
No dia seguinte, logo cedo, o grupo de agricultores/as foi visitar a Feira Agroecológica de Capim Grosso, além de conhecer o trabalho dos produtores/as, os participantes ficaram animados com o resultado de garra e resistência de outras pessoas que já foram contemplados no termo passado, comercializando mesmo no período difícil de estiagem. Para encerrar bem do dia, os/as feirantes/as contaram um pouco do processo, das reuniões e da união do grupo para conseguir articular e organizar a Feira Agroecológica de Capim Grosso.
A implantação da Feira, aconteceu por intermédio do Projeto:  Promoção  e Fortalecimento de Fundos Rotativos Solidários e Feiras Agroecológica Solidária no  Território  Piemonte  da  Diamantina  -  Estado  da  Bahia,  executado  pela COFASPI.  Um dos objetivos centrais do projeto dá-se pela criação da Rede de  Feiras  Agroecológica  Solidária  do  Piemonte  da  Diamantina   (REFAS),  que tem  como  proposta  criar  um  Fundo  Rotativo  permanente  para  que  o  grupo possa  aumentar  a  produção  e  caminhar  com  suas  próprias  pernas,  com autonomia.
“O mais importante e o que faz esse grupo está aqui hoje é união que nós temos, se não fosse isso não tínhamos conseguido nada”, relata Marcone (Feirante).

“Sempre que têm esses momentos assim, eu gosto de participar e levar as experiências dos nossos companheiros agricultores ai pra casa. É uma troca de saber mesmo e muito boa”, diz Durvalino dos Santos.



Robervânia Cunha, Comunicadora Popular da COFASPI/P1+2

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

SISMA foi realizado nos municípios de atuação do P1+2 no Território Piemonte da Diamantina


O Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA,), executado pela Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (COFASPI), realizou a Capacitação para Manejo de Sistema Simplificado de Água para Produção para Alimentos (SISMA), nos quatro municípios de atuação, na ordem de realização está Capim Grosso, Serrolândia, Mirangaba e Jacobina, em data distinta, porém com o mesmo objetivo, refletir e discutir com as famílias atendidas, alternativas para convivência com o Semiárido, produção de alimentos saudáveis sem uso de agrotóxicos, fortalecendo à segurança alimentar e nutricional das famílias produtoras e do povo consumido.

Seguindo esses conteúdos voltados para a produção agroecológica, tais como: metodologia e técnicas de produção adequadas ao Semiárido, manejo de água para irrigação, produção e uso de defensivos naturais, entre outros. O SISMA faz parte da segunda etapa de formação do projeto P1+2 no processo de implementação das tecnologias sociais e contempla com maior intensidade a orientação para o gerenciamento sustentável da água de chuva captada e armazenada nas tecnologias, já que com esse encerra-se o ciclo de construções dos reservatórios. Sendo que na primeira fase, que antecede as construções, acontece o curso de Gestão de Água para Produção de Alimento (GAPA).
      Os encontros de capacitações foram marcados pelo aprendizado e troca de experiências e saberes entre agricultores e agricultoras, além do instrutor/instrutora que conduziram os três dias de conhecimentos compartilhados, dividindo-os entre teoria e prática, contribuindo para uma melhor gestão da propriedade e na Convivência com o Semiárido.
      Os agricultores e agricultoras se demostraram animados e motivados, a exemplo do senhor Isac dos Santos que diz estar feliz com a conquista da sua Cisterna Calçadão.  “A cisterna vai melhorar minha vida, principalmente quando Deus mandar chuva para completar a benção de ter essa tecnologia perto de casa. Para podermos produzir mais hortaliças, verduras, frutas e não faltar água para os animais”, expressa o senhor Isac do município de Serrolândia.
Para Durvalino dos Santos do município de Mirangaba, a tecnologia vai livra a sua companheira do plantio de hortaliças longe de sua casa. “Minha mulher agora vai planta as hortaliças perto de casa”.

 “Tudo que aprendemos aqui no curso temos que ter o compromisso de por em prática em nossa propriedade” diz o agricultor Gerte Silva.




 Robervânia Cunha, Comunicadora Popular COFASPI/P1+2

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

NOTA OFICIAL



A Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte – COFASPI, responsável pela execução dos Subconvênios 237/2012 e 256/2012 – ESTADO/SEDES/COFASPI, vem por meio deste, tornar público seu processo de Cotação de Preços, conforme Portaria Interministerial nº 507, de 24/11/2011, para os itens de: alimentação, hospedagem, combustível, manutenção de computadores, itens de papelaria, reprodução gráfica, materiais de construção, aluguel de máquinas para escavação. Informa ainda que os interessados deverão entrar em contato com a Comissão Permanente de Compras da COFASPI, no endereço: Rua da Aurora, n 90, Leader, Jacobina/BA, CEP 44.700-000, tel. (74) 3622-0017; Endereço eletrônico: cofaspi@yahoo.com.br



Nara Ligia Almeida Silva
Presidente da Comissão Permanente de Compras